Curiosidades e estatísticas, da natureza, do ser humano e tudo mais.

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Re: Curiosidades e estatísticas, da natureza, do ser humano e tudo mais.

Mensagempor Shinobi Jiraiya » 04 Dez 2018, 14:59

Cem vitórias na Liga dos Campeões da UEFA, o primeiro jogador a alcançar esta marca é ninguém menos que Cristiano Ronaldo, que a obteve por Manchester United, Real Madrid e Juventus, no espaço de 15 anos. Ele só não o fez pelo Sporting Lisboa, o primeiro clube, onde obteve um empate com o Inter de Milão.

Outra marca que Cristiano Ronaldo detém é a de maior artilheiro da Liga, totalizando 122 gols, atingindo a marca dos 100 no Real Madrid, na segunda partida de quartas de final da temporada 2016-17.

Alexander Albon nasceu e foi criado na Grã-Bretanha, mais precisamente na Inglaterra, mas corre com a bandeira da Tailândia, que é de onde veio a família de seu pai. Inclusive, Nigel Albon foi piloto de carros de Turismo na British Touring Car Championship, na FIA GT e na Porsche Carrera Cup.

O tailandês foi integrante do programa de jovens talentos da Red Bull, mas após um 2012 desastroso, foi sacado do programa por Helmut Marko e ele quase parou de correr. Seis anos depois, Marko, consultor da Red Bull Racing, lembrou do nome de Alexander Albon.

Albon é, no entanto, o segundo piloto do país do Sudeste Asiático a disputar uma corrida da Formula 1. Antes dele, o príncipe de Sião Birabongse Bhanudej Bhanubandh, também conhecido como príncipe Bira, correu 19 corridas entre 1950 e 1954.

Neto do rei Mongkut/Rama IV, Birabongse nasceu em 1914, e em 1927 foi para a Inglaterra, onde teve contato com carros de corrida através de seu primo, príncipe Chula Chakrabongse, que supervisionava a equipe "White Mouse Racing".

Os carros pilotados por Bira, em sua maioria, tinham as cores da bandeira do Sião, antigo nome da Tailândia, sendo elas o azul claro e o amarelo.

Antes da Formula 1 ser estabelecida, o príncipe venceu a Copa Príncipe Rainier em Monaco, 1936. Entre as provas extra-oficiais, não-válidas pelo campeonato, triunfou no Troféu Richmond de 1951 e no Grand Prix des Frontiès (nome original, em francês) de 1954, realizado em Chimay, na Bélgica.

Depois da Formula 1, o príncipe Birabongse dedicou-se ao comando de uma empresa aérea e também competiu como velejador.

Na carreira como iatista, o príncipe participou 4 vezes das Olimpiadas: 1956 - Melbourne, 1960 - Roma, ambas na classe Star, 1964 - Tokyo pela classe Dragon, e 1972 - München na Tempest. No entanto, não chegou a ganhar medalhas.

Príncipe Bira permaneceu, de 1954 até 2001, como único piloto do Sudeste da Ásia a participar da Formula 1. Em 2001, o malaio Alex Yoong tornou-se o segundo "bota" da região, ao conseguir vaga na Minardi para o GP da Itália.

Sempre chamei Max Verstappen de "Gaki"/"Brat", e esta certeza revelou-se neste ano: ao lado do franco-suíço Romain Grosjean, o filho de Jos Verstappen é o piloto que mais perdeu pontos desde a implantação dos pontos de penalidade em 2014, cada um totalizou 19 até agora. Curiosamente, os dois são os que mais criticam este sistema.

Na contramão de Gaki Max Verstappen, Louis Hamilton e Charles Leclerc são os dois pilotos que menos tiveram pontos perdidos, nenhum! O Hamilton dá pra entender, já que é o maior vitorioso no período, e o monegasco também nunca se envolveu em enroscos e polêmicas.

Na história mundial, Charles Leclerc tem um homônimo: um general do exército francês, que viveu entre 1772 e 1802, e foi cunhado de Napoleão Bonaparte. O Leclerc francês começou sua carreira durante a Revolução Francesa, e pereceu de febre amarela durante a mal-fadada Expedição de Santo Domingo, no hoje Haiti.

Sessenta por cento do grid, um total de 12 mudanças dos 20 cockpits da Formula 1, estará modificado para 2019, e esta estatística mostra o quanto a categoria máxima do automobilismo ficará modificada do final da temporada 2018.

Outro dado importante é que o grid não se modificou entre a primeira e a última corridas da temporada, um feito não muito frequente na Formula 1.
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Re: Curiosidades e estatísticas, da natureza, do ser humano e tudo mais.

Mensagempor Shinobi Jiraiya » 15 Dez 2018, 15:22

Doctor Who foi esboçado de ideias do canadense Sydney Newman, em conjunto com o diretor Waris Hussein e a produtora Verity Lambert, para uma série "família" para tapar buraco na programação da BBC.

A estreia inicial de Doctor Who foi marcada para 22 de novembro de 1963. Porém, o foco no dia ficou para o atentado que tirou a vida de John Fitzgerald Kennedy, fazendo com que a BBC adiasse a estreia do novo programa para o dia seguinte.

De 1963 até 1989, Doctor Who teve um total de 26 temporadas transmitidas, com sete atores diferentes para o personagem principal. Em 1996, foi lançado um filme com a história da oitava regeneração. Desde 2005, a BBC resolveu investir novamente na série, indo para o 13º ator a viver o icônico personagem. Até aqui, são 11 temporadas e continuando.

Os antagonistas mais recorrentes da série são os Daleks, aliens que hoje são comparados a saleiros gigantes, mas que em sua estreia, ocorrida em 21 de dezembro de 1963, assustavam os espectadores, a ponto de fazê-los assistir aos episódios atrás do sofá.

A média de aparições dos aliens de Skaro é de um a cada oito episódios de Doctor Who.

O primeiro episódio colorido do Doctor a ser transmitido foi o de 3 de janeiro de 1970, "Spearhead from Space", que iniciou a sétima temporada, a primeira vez de Jon Pertwee, o terceiro intérprete.

Em 5 de outubro de 1988, era exibido "Remembrance of the Daleks", o primeiro episódio com áudio stereo, de melhor qualidade.

Outros marcos de Doctor Who: quadrinhos (1964), peças de teatro (1965), revistas especializadas (1979), videogames (1983), DVDs (1999), blu-rays (2009) e filmes em 3D (2013).

Há 11 meses, a atriz inglesa Jodie Whittaker tornou-se a primeira mulher a interpretar o Senhor do Tempo, a Thirteenth Doctor (Décima terceira Doutora), no especial de Natal "Twice Upon a Time". O primeiro episódio protagonizado por ela bateu recorde de audiência, com 8,2 milhões de espectadores (tendo um pico de 9 milhões).

A Mercedes-AMG Petronas Motorsport conquistou a 100ª pole position com Louis Hamilton no Grande Prêmio do Brazil de 2018. A montadora alemã é apenas a quinta colocada, atrás da Ferrari (219), da McLaren (155), da Williams (133), e da Lotus (107), somando agora 101.

A estatística leva em conta 7 poles de Juan Manuel "Chueco Quintuple" Fangio, 1 de Stirling Moss, 30 de Nico Rosberg, 6 de Valtteri Bottas e 57 de Louis Hamilton.

O câncer nos testículos levou Gunnar Nilsson, que pilotou na Formula 1 em 1976 e 1977 pela Lotus. Estava com um contrato com a Arrows para 1978, então fundada por dissidentes da Shadow, quando seu médico lhe informou sobre sua doença.

Enquanto lutou contra o câncer, Nilsson fundou a Gunnar Nilsson Cancer Foundation, vinculada ao Charing Cross Hospital onde iniciou seu tratamento. Após a morte de Gunnar, ocorrida em 20 de outubro de 1978, exatos 40 dias após Ronnie Peterson, sua família deu prosseguimento aos trabalhos da fundação.

Graças às pesquisas feitas com a Gunnar Nilson Cancer Foundation, hoje 90% dos pacientes com câncer nos testículos conseguem sobreviver, como foram os casos de Nenê (brasileiro do basquete), Joël Bats (ex-goleiro francês de futebol, em 1982), Ederson (meia-atacante brasileiro), entre outros.

George Harrison gravou, em 1979, o álbum "George Harrison", que continha a música "Faster", dedicada a todos os heróis do automobilismo. Harrison foi frequentador de autódromos principalmente em 1977, tendo amizade com Jackie Stewart, Niki Lauda, Emerson Fittipaldi e Jody Scheckter. A morte de Gunnar Nilsson fez com que George revertesse os ganhos com o single de "Faster" em prol da Gunnar Nilsson Cancer Foundation.

O filme promocional do single teve imagens tiradas por George no Grande Prêmio do Brasil de 1979, alternando com imagens dele cantando a música numa limosine, tendo Jackie Stewart como chofer.

O disco com o single continha imagens dos rostos de Stewart, Jochen Rindt, Jim Clark, Graham Hill, Stirling Moss e Juan Manuel Fangio, e dos contemporâneos (em 1979) Lauda, Fittipaldi e Scheckter.

Respondendo a jornalistas no Brasil querendo sua opinião sobre quem venceria o título na temporada daquele ano, Harrison previu que Jody Scheckter venceria com a Ferrari. Acertou em cheio, miserávi.

Andrea de Cesaris, infamemente conhecido na Formula 1 como "de Crasheris", tinha a Síndrome de Gilles de la Tourette, uma doença neurológica que provoca espasmos, mas tal enfermidade não prejudicava a pilotagem.

A única pole position de de Cesaris foi em Long Beach, 1982, sendo até então o mais jovem a largar da posição de honra no grid.

Carlo Ancelotti viu uma marca sua sendo derrubada: o técnico, um dos mais vitoriosos na competição, só não conseguira se classificar para fase de knock-outs em suas duas primeiras participações, por Parma (1997-98) e Juventus (2000-01). Com o Napoli, foi a primeira vez depois de 18 anos que isso aconteceu.

Quando Ancelotti assumiu o Napoli substituindo Maurizio Sarri, o técnico saiu do Milan rumo ao Chelsea havia 9 anos, tempo que circulou por alguns times europeus.

O Chelsea teve apenas seis técnicos italianos em quase 114 anos de existência: Gianluca Vialli (técnico e jogador, 1998 a 2000), Claudio Ranieri (2000 a 2004), Carlo Ancelotti (2009 a 2011), Roberto Di Matteo (2012), Antonio Conte (2016 a 2018) e Maurizio Sarri (desde 2018).
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